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A TECNOLOGIA E A NOVA REALIDADE ESCOLAR

A TECNOLOGIA E A NOVA REALIDADE ESCOLAR

Alguns estados do nosso país já estão retornando às aulas presenciais. Sabemos que o cenário escolar será bem diferente daquele que conhecíamos antes da pandemia da Covid-19. O fato é que as escolas precisarão adotar um protocolo rígido de cuidados com a saúde das crianças, que deverá incluir aferição de temperatura antes das aulas, disponibilização de álcool gel para higienização das mãos, distanciamento entre pessoas, escalonamento de horários de intervalo, entre outras medidas. Quanto ao aprendizado, muito se tem falado sobre a adoção do modelo híbrido de ensino. Mas você sabe o que é isso?

 

O Ensino Híbrido

O Ensino Hibrido é uma nova metodologia que associa a aprendizagem presencial com a remota. Essa metodologia já existia antes da pandemia, mas ficou mais conhecida a partir do ano passado, devido à necessidade de integração da tecnologia às práticas pedagógicas. O modelo híbrido representa uma grande inovação, pois ele permite usar as diversas ferramentas da tecnologia durantes as aulas, o que aumenta os recursos de aprendizado e os benefícios para as crianças.

No entanto, o fato de a tecnologia ser um ótimo instrumento que auxilia a aprendizagem não faz com que ela seja eficiente sozinha. É importante e necessário que as ferramentas tecnológicas sejam conduzidas e mediadas pelo professor. Por isso, nesse modelo é fundamental a interligação dos dois momentos: o presencial e o remoto.

Essa metodologia exige do aluno uma adaptação quanto à rotina de estudos, uma vez que representa uma grande mudança de paradigma. No modelo presencial, o aluno tem uma postura mais passiva quanto ao aprendizado, pois a responsabilidade maior acaba sendo da escola. Já no ensino híbrido, o aluno precisa se organizar quanto às ferramentas digitais, o que lhe confere um papel mais ativo e um aumento da autonomia quanto ao seu aprendizado.

Como aplicar o Ensino Híbrido na escola?

Nesse modelo, parte das aulas ocorrerá na estratégia presencial e parte ocorrerá de forma on-line. É evidente que toda essa mudança não acontecerá de um dia para o outro, e a escola precisa estar preparada para oferecer esse serviço aos alunos. É necessário que os professores recebam formação continuada para que saibam manejar corretamente as ferramentas tecnológicas. Nem todos os educadores têm tanta afinidade com os recursos de videoconferência, gravação de videoaulas ou adição de atividades mediadas pela tecnologia. Dessa forma, para que o ensino híbrido oferecido seja de qualidade, os professores precisam estar capacitados para que dominem as ferramentas e possam auxiliar também os alunos em suas dificuldades.

Também é necessário haver mudanças na infraestrutura da escola, no que se refere à aquisição de equipamentos de tecnologia, como computadores conforme a demanda, e equipamentos audiovisuais, como câmeras, microfones, caixas de som, entre outros. Além disso, é imprescindível pensar na organização do currículo, visto que enquanto parte dos alunos terá aula presenciais, outra parte terá aulas remotas.

 

As Novas Tecnologias

Falar em ensino híbrido logo nos remete aos computadores e aulas via videoconferência, mas você já pensou em inserir os recursos tecnológicos também nos momentos presenciais? Ferramentas como jogos e atividades digitais são de grande utilidade para trazer o lúdico para a aprendizagem, tornando-a mais efetiva e prazerosa para os alunos. Além disso, a presença dos jogos funciona como um elemento intermediário entre o ensino remoto e o retorno às aulas presenciais, fazendo com que a criança não associe o momento presencial como algo totalmente não digital, onde não há presença de elementos tecnológicos.

A Mesinha Digital possui mais de 300 atividades que podem ser inseridas em planos de aula para ajudar o educador a oferecer uma aula mais interessante para os seus alunos. Seu universo de cores, movimentos, personagens e melodias tem a capacidade de encantar o aluno e trazer elementos lúdicos para os momentos de aprendizagem. Isso faz com que a criança aprenda de forma mais leve, se divertindo, coisa que é mais difícil de acontecer sem a presença dos recursos lúdicos. Assim, a Mesinha Digital, além de tudo o que proporciona, também é uma ferramenta de motivação para o aprendizado!

Pensando também em atender às diretrizes previstas na Base Nacional Comum Curricular – BNCC, a Mesinha Digital conta com manual pedagógico que correlaciona as atividades aos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento (Educação Infantil) e às habilidades (Ensino Fundamental) elencadas na BNCC. Também há sugestões de aplicação das atividades para facilitar o trabalho dos professores em inserir os jogos em seus planos de aula. Dessa forma, além de proporcionar a fixação dos conteúdos por meio das atividades lúdicas, o equipamento ainda cumpre com as determinações de aprendizado do Ministério da Educação. Além disso, fornecemos suporte pedagógico contínuo, oferecendo toda a orientação necessária para que a escola tenha a melhor experiência possível com a Mesinha Digital!

Não fique de fora desse aprendizado que hoje, mais do que nunca, é mediado pela tecnologia! Conheça a Mesinha Digital e descubra um mundo de atividades para potencializar o aprendizado das crianças!

Gostou do artigo de hoje? Então, fique ligado nas próximas postagens para aprender mais!

AS FUNÇÕES MENTAIS DA APRENDIZAGEM: O QUE SÃO E COMO DESENVOLVÊ-LAS?

AS FUNÇÕES MENTAIS DA APRENDIZAGEM: O QUE SÃO E COMO DESENVOLVÊ-LAS?

A aprendizagem é um processo complexo, pelo qual são adquiridos ou modificados os conhecimentos e habilidades, resultantes de pensamento, experiência e estudos. O ato de aprender é contínuo e advém da interação entre estruturas neuropsicológicas e o ambiente em que o indivíduo está inserido. Quanto às estruturas mentais, a comunidade científica tem apontado a integração das funções cognitivas, conativas e executivas como o tripé fundamental nos processos de aprendizagem (FONSECA, 2014). Mas o que são cada uma dessas funções e como elas atuam? Continue lendo este artigo para aprender tudo sobre esse assunto!

FUNÇÕES COGNITIVAS

Chamamos de cognição a capacidade de receber uma informação, processá-la e transformá-la em conhecimento. Falando assim, parece um processo simples. Mas, tanto a recepção, quanto o processamento e armazenamento da informação englobam vários aspectos, que serão listados a seguir:

1. Funções de Recepção

Referem-se à apreensão dos dados, sendo necessário, para isso, o uso da atenção, da percepção, da filtragem dos dados e da fixação.

2. Funções de Integração

Este é o momento em que o cérebro faz a seleção dos dados importantes e exclusão dos dados irrelevantes, como em um processo de limpeza. Há também a realização de comparações, memorização, manipulação de informações e integração de ideias.

3. Funções de Expressão

Aqui já houve o tratamento cognitivo da informação e o indivíduo dará a resposta por meio de pensamento ou comunicação verbal e não verbal.

Basicamente, as funções cognitivas tratam da entrada (input), tratamento e saída (output) da informação em forma de conhecimento. Nesse processo, o papel dos ambientes em que a criança está inserida é fundamental para fornecer informações de qualidade, tanto na escola, quanto na família e nos demais espaços.
É claro que esse processo não é perfeitamente linear, como em um computador. Há interferência de outros fatores, e é aí que as funções conativas entram.

FUNÇÕES CONATIVAS

A Psicologia define a Conação como o impulso para a ação. Assim, as funções conativas se referem à motivação, às emoções, à personalidade e à disposição do indivíduo para realizar algo. As funções conativas têm uma grande influência nas funções cognitivas, que por sua vez influenciam diretamente o processo de aprendizagem. O nível de motivação do indivíduo tem uma relação direta e é uma condição importante para a aquisição de conhecimentos, seja essa motivação interna ou externa.
Assim, no que se refere à aprendizagem, a escola tem um importante papel não somente de fornecer informações para que o aluno adquira conhecimento, mas também de inserir elementos para elevar a motivação do aluno, como histórias, jogos, atividades interativas e brincadeiras pelas quais os alunos tenham interesse.

FUNÇÕES EXECUTIVAS

As funções executivas são um conjunto de habilidades responsáveis pelo controlar e adaptar outros processos comportamentais que incluem cognição e emoção. Elas são solicitadas sempre que iniciamos uma tarefa ou nos colocamos em uma situação nova, para a qual ainda não possuímos formas de ação prévias. Também usamos as funções executivas para a resolução de problemas e para o estabelecimento de objetivos.

A literatura aponta que as funções executivas se constituem em três habilidades principais, das quais falaremos melhor na sequência: inibição, memória de trabalho e flexibilidade cognitiva (DIAS; SEABRA, 2013).

1. Inibição
Também conhecida como controle inibitório ou autocontrole, essa habilidade diz respeito ao controle de comportamentos inadequados ou impulsivos. Refere-se, também, à inibição de estímulos irrelevantes ou distratores e respostas impensadas.

2. Memória de Trabalho
A memória de trabalho diz respeito às informações que ficam armazenadas durante certo tempo para dar sequência a uma atividade ou pensamento. Essa memória propicia o encadeamento de informações para dar andamento a uma tarefa.

3. Flexibilidade Cognitiva
Essa habilidade permite ao indivíduo se adaptar às mudanças do ambiente e a novas regras. Além disso, por meio da flexibilidade cognitiva é que somos capazes de usar a criatividade para resolver problemas.

Integração das Funções

É evidente que, em nossas atividades diárias, essas funções se sobrepõem e acabam se tornando indissociáveis. No processo de aprendizagem, perceba como as funções interagem reciprocamente: temos as funções cognitivas, que cuidam do processamento da informação, as funções conativas, que trazem a motivação para a ação, e as funções executivas, que viabilizam a execução da tarefa por meio de habilidades. Tudo isso, de modo integrado, possibilita o aprendizado e desenvolvimento da criança em diversos aspectos.

Como desenvolver as funções mentais nas crianças?

A variedade e qualidade dos estímulos e interações sociais em que a criança é inserida desde a primeira infância serão determinantes para o seu desenvolvimento integral. A família e a escola, por consequência, têm papel fundamental no oferecimento de experiências saudáveis para a criança. E, em tempos em que os recursos digitais se tornaram peças fundamentais em nossas vidas, o uso da tecnologia, de forma selecionada e supervisionada pelos adultos, pode ser de grande auxílio para facilitar o aprendizado e favorecer o desenvolvimento das funções mentais nas crianças.
Recursos como jogos e atividades lúdicas no contexto educativo representam uma alternativa de ensino-aprendizagem que envolve a ideia de aprender brincando, do despertar de interesses e, ainda, contribui para o desenvolvimento cognitivo, motor, afetivo e social dos alunos de um modo significativo. Além disso, a utilização de jogos para o estudo dos variados conceitos facilita a compreensão, pois os conteúdos trabalhados de forma lúdica tendem a ser mais atrativos para as crianças. As vivências lúdicas trabalham ao mesmo tempo a motricidade, a atenção, a memória, o raciocínio, a criatividade, a organização espacial e a coordenação motora.

A Mesinha Digital Quinyx

Com jogos e atividades que favorecem o desenvolvimento das funções cognitivas, conativas e executivas, a Mesinha Digital é uma excelente ferramenta pedagógica facilitadora do aprendizado. De modo recreativo, a criança é estimulada por um universo de cores, sons e personagens que fornecem ferramentas para desenvolvimento em diversos aspectos.

Veja a seguir quais são os benefícios da Mesinha Digital para o desenvolvimento infantil:

1. Motivação
A Mesinha Digital traz atividades interativas com sons, cores, movimentos e desafios que despertam o interesse da criança para atingir o objetivo da atividade. Dessa forma, ela fica mais motivada para o aprendizado, que se torna muito mais leve e divertido com as mais de 300 atividades disponíveis.

2. Resolução de Problemas
Com desafios que motivam a criança, a Mesinha Digital possui diversas opções de jogos em que é preciso criar estratégias para resolver os problemas apresentados. Dessa forma, a criança precisará pensar e traçar um planejamento, mesmo que simples, para resolver a situação. Isso favorece o desenvolvimento da habilidade de pensar em soluções reais para problemas do cotidiano.

3. Atenção e Memória
Dentre suas mais de 300 atividades, a Mesinha Digital tem jogos para trabalhar a memória visual e a auditiva, além de ter diversas atividades em que o requisito fundamental para atingir o objetivo é a atenção e a concentração.

4. Coordenação Motora
Com atividades em que o objetivo é percorrer um caminho, desenhar ou colorir, a Mesinha Digital também contribui para desenvolver a coordenação motora das crianças. Sua tecnologia permite que a tela aceite toque por diferentes objetos além dos dedos, como feltro, plástico, apoio de mão, próteses, lápis mais grossos, pontas arredondadas e finas. Assim, permite o acesso de crianças com deficiência ou dificuldades para segurar e manusear determinados objetos.

5. Socialização
Por ser multitoque, a Mesinha Digital permite que mais de uma criança jogue ao mesmo tempo, promovendo a socialização e o aprendizado em equipe. Com atividades que estimulam o trabalho em grupo, as crianças desenvolvem o senso de sociedade, debatendo e escolhendo juntos o melhor caminho para finalizar o jogo ou a atividade em questão. A criança, então, encontra-se em uma troca de experiencias e avaliações, ouvindo e respeitando decisões alheias e escolhas que ajudarão em seu relacionamento e a promover seu lugar no mundo.

6. Input de informações
Além de todos os aspectos já mencionados, a Mesinha Digital também tem jogos e atividades que trabalham raciocínio lógico, matemática, língua portuguesa, língua inglesa, ciências, história, geografia, cidadania, entre outros conteúdos. Isso faz com que seja possível absorver informações de diferentes áreas do conhecimento de acordo com o nível de desenvolvimento ou ano em que a criança está na escola de forma divertida e efetiva.

Gostou desse artigo sobre as funções mentais e as formas como a Mesinha Digital pode ajudar a desenvolvê-las? Deixe seu comentário nos contando o que você achou!
E se você quiser saber mais sobre essa tecnologia que auxilia a criança no desenvolvimento das funções mentais, entre em contato com nossa equipe!

REFERÊNCIAS

DIAS, N. M.; SEABRA, A. G. Funções executivas: desenvolvimento e intervenção. Temas sobre Desenvolvimento, São Paulo, v. 19, n. 107, p. 206-212, 2013.
FONSECA, V. da. Papel das funções cognitivas, conativas e executivas na aprendizagem: uma abordagem neuropsicopedagógica. Rev. Psicopedagogia, São Paulo, v. 31, n. 96, p. 236-253, 2014.

A TECNOLOGIA PODE SER BENÉFICA PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL?

A TECNOLOGIA PODE SER BENÉFICA PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL?

A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2008) define a educação especial como uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis e etapas da educação. Além disso, oferece o atendimento educacional especializado (AEE) e orienta sua aplicação em turmas de ensino regular.

Essa Política evidencia o papel da escola na superação da ideia de separação dos alunos com deficiência e construção de um modelo que permita o acesso desses alunos na educação regular. Dessa forma, a Política determina que as instituições de ensino criem condições para atender todos os alunos, sem classificação, promovendo a acessibilidade universal.

Nesse contexto, insere-se o termo “inclusão” na área educacional. Mas, o que significa essa inclusão? Para garantir uma verdadeira inclusão na escola não basta apenas inserir crianças com deficiência na educação regular. Falar sobre inclusão significa dar condições para que todos os alunos acompanhem e se beneficiem do processo de ensino-aprendizagem de forma igualitária. Para isso, é necessário adequar atividades, avaliações e métodos de ensino para que a criança com deficiência possa acompanhar os conteúdos sem prejuízos de aprendizado.

Sabemos que essa não é uma tarefa fácil, visto que nem sempre a instituição tem experiência ou os professores não receberam a qualificação necessária para entender cada aluno e fazer as adequações. Porém, as escolas podem contar com o auxílio da tecnologia como recurso facilitador dos processos educacionais.

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

Todos os recursos e serviços tecnológicos utilizados para melhorar ou ampliar as habilidades de pessoas com deficiência, promovendo autonomia e inclusão, são chamados de Tecnologias Assistivas. Essas tecnologias vão desde os recursos mais simples de acessibilidade, como rampas de acesso para cadeirantes, até os mais avançados, como aplicativos e softwares com diversas funções de auxílio. As tecnologias assistivas são fundamentais para promover a inclusão, pois permitem oferecer soluções individualizadas de acordo com as necessidades da pessoa atendida. Na área da educação, os recursos de tecnologia assistiva podem tanto auxiliar em sala de aula quanto durante o atendimento educacional especializado (AEE).

A Mesinha Digital Quinyx é uma tecnologia assistiva que possui atividades que promovem o desenvolvimento de diferentes aspectos cognitivos, como atenção, memória, coordenação motora, raciocínio e percepção visual. Além disso, o universo de cores, personagens, sons e movimentos da Mesinha Digital despertam o interesse e motivam o aluno para o aprender, tornando esse processo muito mais fácil e prazeroso.

Com opções variadas de atividades em temas específicos, o equipamento oferece uma gama de possibilidades para atender diversas formas de aprendizado, abrangendo atividades com legenda e narração. Essa diversidade de opções em uma mesma atividade também se configura como tecnologia assistiva para promover a inclusão, uma vez que esses recursos oferecem mais de uma opção de entendimento da atividade proposta.

MESINHA DIGITAL E ACESSIBILIDADE

A Mesinha Digital se adapta às necessidades de pessoas com deficiência, pois dispõe de tecnologia Touchless, que permite que qualquer objeto sensibilize a tela. Dessa forma, é possível desenvolver as atividades utilizando não apenas as pontas dos dedos, mas próteses, pincéis, canetas com ponta de feltro e outros objetos. Pensando em usuários de cadeira de rodas, há o suporte para fixar a Mesinha Digital em parede, proporcionando total acesso à tela Touchscreen. A Mesinha Digital dispõe também de entradas para uso de fone de ouvidos, microfones, mouse e teclado comum ou em Braille, que devem ser usados com o monitoramento do professor.

Com suas mais de 300 atividades, a Mesinha Digital possui recursos de sobra para trabalhar aspectos cognitivos, afetivos e relacionais, de acordo com a necessidade de cada criança. Por ter um sistema aberto, permite a instalação de outros aplicativos, caso sejam condizentes com o conteúdo que se quer trabalhar ou aspecto cognitivo que se quer desenvolver. Também pensando na adequação a outros cenários, é possível a configuração em outros sistemas operacionais, como Linux e Windows.

O equipamento é acompanhado de manuais pedagógicos, que auxiliam o professor no desenvolvimento das atividades. Há um manual pensado para a educação especial, onde há orientações específicas em cada atividade para alunos com deficiência. Esse documento auxilia as instituições de ensino a pensarem estratégias educacionais que adotem essa tecnologia como facilitadora do desenvolvimento de aspectos funcionais e cognitivos. Também é disponibilizado o manual para educação regular, que relaciona as atividades aos objetivos de desenvolvimento e habilidades, conforme as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular – BNCC.

A Mesinha Digital é uma excelente ferramenta pedagógica para auxiliar alunos a atingirem os objetivos de aprendizagem de forma divertida. Mas, lembre-se: a tecnologia por si só, sem o monitoramento do professor ou terapeuta, pode não ter os efeitos desejados. Para extrair o melhor da Mesinha Digital, é preciso que os jogos estejam contextualizados e inseridos em um plano de aula ou plano terapêutico.

Gostou do nosso artigo sobre o uso da tecnologia na educação especial? Para aprender mais sobre essa tecnologia fantástica, fique ligado nos próximos temas do nosso blog! Com a Mesinha Digital, as crianças vão aprender brincando!


REFERÊNCIA
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008.

ATIVIDADES LÚDICO-PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO

ATIVIDADES LÚDICO-PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO

Já faz um tempo que as metodologias de aprendizado não são mais as mesmas de antigamente. Copiar informações do quadro e ficar só ouvindo em quanto o professor fala são práticas de educação já ultrapassadas. Atualmente, temos visto que muitos recursos têm sido inseridos em sala de aula para promover uma aprendizagem mais significativa. Ferramentas como resolução de problemas, debates, pesquisas de campo e jogos digitais têm sido muito utilizados para tornar a aula mais atraente e a aprendizagem mais efetiva. Nesse contexto, as atividades lúdico-pedagógicas têm papel fundamental para atrair a atenção das crianças ao mesmo tempo em que se divertem.

Mas você sabe o que são essas atividades lúdico-pedagógicas?
Elas são brincadeiras e jogos que têm um objetivo pedagógico, ou seja, buscam ensinar algo por meio de uma atividade de descontração. De acordo com Navarro e Prodócimo (2012), as brincadeiras com mediação pedagógica divergem da interação diária pelo fator de intencionalidade. Jogos e brincadeiras em sala de aula devem ter uma intenção, ou seja, um objetivo de aprendizado bem definido. Além disso, essas brincadeiras precisam ter a mediação do professor, para que as crianças entendam que estão em uma relação de ensino-aprendizagem e não em uma atividade descontextualizada.
Nesse contexto, a instituição de ensino precisa estar preparada para oferecer atividades diversificadas para as crianças, de modo a conectar o lúdico com os conteúdos escolares. No entanto, antes de mais nada, é importante que a escola tenha o entendimento sobre a importância que o ato de brincar tem na infância.

E qual é a importância das brincadeiras para as crianças?
Conforme apontado por Santos (2019), a criança descobre o mundo ao seu redor e tem contato com outras pessoas por meio das brincadeiras. Elas estimulam o desenvolvimento intelectual e os hábitos que favorecem esse desenvolvimento. Percebe-se, assim, a importância de serem promovidos momentos saudáveis de brincadeiras junto às crianças. O autor identificou duas funções principais das brincadeiras para as crianças:

a capacidade de refletir e aprender conceitos e condutas a partir dos jogos e brincadeiras; e o estímulo à capacidade criadora das crianças, como marcas inerentes no ser humano. Portanto, tais características precisam ser fomentadas na fase inicial, de modo que, na juventude e na maturidade, essas capacidades possam ser canalizadas para a vida adulta, social e profissional. (SANTOS, 2019, p. 142).

Dessa forma, as atividades lúdicas trabalham aspectos cognitivos, sociais e emocionais, além de trazer habilidades que serão levadas para a vida, como socialização, resolução de problemas e raciocínio lógico.

Como inserir atividades lúdico-pedagógicas em sala de aula?
Na educação infantil, é recomendado que seja reservado um tempo para brincar durante as aulas, de modo que a criança veja a escola como um ambiente receptivo e motivador para o aprender. Além disso, a escola precisa oferecer espaços e materiais diversificados para favorecer a oferta de atividade lúdicas.

Com o avanço da tecnologia, os jogos digitais estão cada vez mais presentes na rotina das crianças. Muitas vezes, os próprios pais oferecem celulares e tablets com jogos para manter os filhos ocupados. Mas também é possível inserir jogos digitais em sala de aula, com objetivos pedagógicos bem definidos e estratégias adequadas ao conteúdo da aula. De acordo com Costa e Alberti (2016), as tecnologias disponíveis são diversas e despertam motivação e interesse das crianças para realizar as tarefas propostas, devido a tudo o que a criança pode ver, ouvir, sentir e imaginar.

Falando em jogos tecnológicos, é preciso considerar que os mesmos estão cada vez mais modernos e sofisticados, e que há uma preocupação dos educadores em não realizar os jogos somente pela diversão e não deixar que a criança se torne um ser passivo diante das telas, mas que ela possa interagir, criar, desafiar-se e elaborar soluções para as situações apresentadas. Isso só poderá se concretizar se a escola tiver um objetivo bem definido com o uso do jogo, inserindo-o em um plano de aula contextualizado. Por esse motivo, o planejamento escolar é de suma importância para garantir maior êxito no aprendizado das crianças.

A Mesinha Digital como ferramenta de aprendizado

Muitas instituições de ensino têm buscado inovar em métodos de aprendizagem que complementem as aulas de forma eficaz. As tecnologias educacionais já estão presentes em nosso cotidiano e têm como objetivo proporcionar momentos únicos para o educador e o educando.
A Mesinha Digital Quinyx foi desenvolvida para oferecer o melhor dessa tecnologia, contendo mais de 300 atividades avaliadas e selecionadas para fazer parte do plano de ensino do educador. Além disso, seu sistema possui código aberto, tornando possível o download de muitos outros aplicativos para compor as aulas, se for de interesse da escola e se estiver de acordo com seu plano de aula. Oferece, ainda, uma gama de possibilidades e acessibilidade para toque em sua tela, aceitando toque pelos dedos, objetos de feltro, plástico, lápis, pincéis e próteses, facilitando seu uso no momento do aprender.

De modo recreativo, o aluno é estimulado por um universo de cores, sons e personagens que fornecem ferramentas para desenvolvimento dos aspectos motores, cognitivos, afetivos e sociais. Além disso, é possível repetir a atividade quantas vezes se fizer necessário, devido à simples acessibilidade dos aplicativos, além de sua proposta para a promoção de trabalho colaborativo tangível, que favorece a integração e socialização no processo de ensino-aprendizagem.

Desse modo, as atividades virtuais contidas na Mesinha Digital podem ser desenvolvidas no ambiente real dentro da sala de aula, funcionando como reforço e ampliação dos conhecimentos aprendidos de modo sistematizado na escola. O equipamento dispõe de diversos recursos, que alcançam as fases da aprendizagem. Assim, torna-se uma excelente fonte de atividades lúdico-pedagógicas para somar durante as aulas!
Quer saber mais sobre essa tecnologia capaz de inserir recursos lúdico-pedagógicos, tornando sua aula muito mais interessante? Entre em contato conosco!


Referências
COSTA, L. M. S. da; ALEBRTI, T. F. Inserção de atividades pedagógicas mediadas pelas TIC na alfabetização. Entrepalavras, Fortaleza, v. 6, p. 335-352, jul./dez. 2016.
NAVARRO, M. S.; PRODÓCIMO, E. Brincar e mediação na escola. Rev. Bras. Ciênc. Esporte [online], v. 34, n. 3, p. 633-648, 2012.
SANTOS, L. C. da S. Atividades lúdico-pedagógicas no ensino da Educação Infantil: estudo de caso em um município no Recôncavo Baiano. Rev. Bras. de Educ. de Jov. e Adultos [online], v. 7, p. 137-151, 2019.