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14 DE ABRIL – DIA NACIONAL DE LUTA PELA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

14 DE ABRIL – DIA NACIONAL DE LUTA PELA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Segundo esclarece a coordenadora de advocacia do Instituto Rodrigo Mendes (IRM), Luíza Correa, “a educação inclusiva é aquela que estudantes com e sem deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e transtornos do espectro autista. Ou então, estudantes com superdotação e altas habilidades compartilham do espaço de ensino-aprendizagem. Ou seja, eles vão para a mesma escola e estudam juntos. Na mesma sala de aula, com o mesmo professor, com o mesmo currículo escolar. Claro que sempre recebendo todo o apoio necessário para que ele consiga, de fato, aprender”, observa ela.

Neste 14 de abril, Dia Nacional de Luta pela Educação Inclusiva, ressaltamos a importância desta data com o enfoque na garantia da Educação como direito básico para todas e todos, nos espaços escolares, de maneira que seja efetivamente abrangente e inclusiva.

Em relação às pessoas com deficiência, reafirmamos os Direitos Fundamentais previstos na Lei Brasileira de Inclusão (LBI) como sendo inegociáveis em qualquer gestão pública ou equipamento da rede pública deste país, sendo eles os direitos à vida, habilitação e reabilitação, à saúde, à educação, à moradia, ao trabalho, à assistência social, à previdência social, à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer, ao transporte e à mobilidade.

E dentre esses direitos fundamentais, podemos destacar o direito a dignidade, a não-discriminação, o direito de ser, de ter autonomia, segurança, independência e recursos de acessibilidade nos diferentes setores públicos e particulares dentro dos serviços disponíveis na sociedade.

Apesar da Educação Inclusiva ser um grande desafio a ser encarado, principalmente quando falamos de estudantes com necessidades educativas especiais em salas de aulas regulares.  Hoje a educação inclusiva tem políticas de Educação Especial e, ao considerar a inclusão de estudantes com necessidades educativas especiais nos espaços sociais e em salas de aulas regulares, teve um avanço na democratização das oportunidades educacionais.

Diante disso, lembramos que deve-se estabelecer relações eficazes que possam favorecer o atendimento igualitário entre estudantes com necessidades educacionais especiais e os demais, para que eles se sintam, de fato, incluídos no contexto escolar e social.

A Equipe da Mesinha Digital preza por uma Educação de qualidade e inclusiva, e todos os dias caminha em prol da inclusão, seja pesquisando, implementando e propondo o ensino-aprendizagem de forma lúdica e significativa para todos os cidadãos.

 

REFERÊNCIAS

https://www.crpsp.org/noticia/view/2714/14-de-abril-dia-nacional-de-luta-pela-educacao-inclusiva-2

https://radios.ebc.com.br/tarde-nacional/2021/04/14-de-abril-dia-nacional-de-luta-pela-educacao-inclusiva

Texto por Beatriz Motta Lopes

INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSDISCIPLINARIDADE:  VOCÊ SABE A DIFERENÇA?

INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSDISCIPLINARIDADE: VOCÊ SABE A DIFERENÇA?

O QUE É INTERDISCIPLINARIDADE?

A interdisciplinaridade tem a proposta de atuar com as diferentes disciplinas de forma dialógica e construtiva, mas durante o percurso é trabalhado o que é comum entre elas, portanto, fica evidente cada área de atuação mencionada e solicitada, pois, neste caminho, ainda estamos considerando a estrutura da disciplinaridade.  O estudante ao realizar as atividades propostas dentro dessa metodologia, consegue identificar os diálogos entre as disciplinas e nomear as diferentes áreas do conhecimento, mesmo que elas estejam sendo trabalhadas de forma concomitante.

Neste sentido, práticas interdisciplinares enriquecem o processo de construção do conhecimento, tornando as aprendizagens mais significativas, porquê, estimulam no estudante a consulta a conceitos pré-existentes no imaginário, e instigam, o relacionar com novas áreas do conhecimento. Sendo assim, em um projeto e ou, atividade que trabalhamos de forma interdisciplinar estimulamos o(a) aluno(a) a realizar um diálogo entre várias áreas do conhecimento, relacionando-as e complementando-as.

 

O QUE É TRANSDISCIPLINARIDADE?

Enquanto que, na transdisciplinaridade, a proposta de diálogo acontece de forma menos espaçada e os conhecimentos organizam-se de maneira mais complementar. O estudante realiza as atividades e acessa diferentes competências e habilidades com um aspecto ainda mais homogêneo e harmonioso. A intercomunicação entre as disciplinas promove colaboração e fomenta um pensamento organizado. Dentro dessa perspectiva, rompe-se completamente as barreiras entre as disciplinas, e a conexão entre as áreas promove a construção de um conhecimento interligado e que pode ser aplicado em diferentes vertentes e demandas, perpassando por múltiplos campos de experiências e áreas do conhecimento.

 

A interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade são conceitos complementares e que promovem a desfragmentação das disciplinas, a partir dessas metodologias o professor é capaz de propiciar atividades que perpassam por diferentes áreas do conhecimento, enriquecendo a visão de mundo do estudante e permitindo que ele acesse e desenvolva, diversas habilidades durante o processo de aprendizagem.

 

COMO IMPLEMENTAR ESSAS METODOLOGIAS EM SALA DE AULA?

Dicas de como implementar a interdisciplinaridade e transdisciplinaridade em sala de aula:

  • Gamificação:  missões e desafios, baseados em assuntos de diferentes áreas do conhecimento (Confira o BLOG do dia 12/11/2021);
  • Tecnologia Educacional:  o(a) professor(a) como mediador no processo de construção conhecimento pode planejar as atividades pautado em uma das metodologias e usufruir da Mesinha Digital para preparar uma aula que navegue entre diferentes áreas do conhecimento.
  • Aprendizagem baseada em resolução de problemas, em projetos, storytelling, entre outros.

Compreendendo as diferenças e semelhanças entre as metodologias, nota-se que é de suma importância que a comunidade escolar saiba os momentos de atuar com ambas as metodologias e defina seus planos de ações, projetos e intervenções, de maneira consciente e articulada, a fim de formar um cidadão que atue ativamente na sociedade e destaque-se também, no meio profissional.

Considerando os apontamentos, podemos afirmar que a Mesinha Digital Quinyx é um instrumento pedagógico que contempla ambas as metodologias (interdisciplinaridade e transdisciplinaridade). Composta por mais de 300 atividades, o professor consegue articular momentos de interdisciplinaridade assim como, atuar a partir da transdisciplinaridade. Na Mesinha Digital Quinyx é possível planejar inúmeros diálogos entre às áreas de conhecimento, e ainda contemplar os objetivos de aprendizagem presentes na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). E para auxiliar nesse processo de inserção das metodologias, nossa equipe pedagógica disponibiliza um manual pedagógico repleto de sugestões de planos de aula para Educação Regular e Educação Especial, que contemplam essas, e muitas outras metodologias ativas.

Texto por Beatriz Motta Lopes

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APRENDIZAGEM CRIATIVA: COMO APLICAR NA ESCOLA?

APRENDIZAGEM CRIATIVA: COMO APLICAR NA ESCOLA?

O QUE É APRENDIZAGEM CRIATIVA?

A aprendizagem criativa é uma metodologia que foi desenvolvida pelo professor de pesquisa e aprendizado Mitchel Resnick e pelo educador Seymour Papert, essa abordagem pedagógica, é embasada principalmente em fontes construtivistas. Logo, a aprendizagem se dá por meio das experiências da criança, e todo seu repertório auxilia no processo de um novo conhecimento ou no desenvolvimento de uma nova habilidade e por fim, uma nova competência.

Essa metodologia é fundamentada por quatro pilares, são os denominados “4 Ps”: Projetos, Pares, Paixão e Pensar brincando.

Projetos: as atividades que compõem um projeto exigem diferentes habilidades e competências, neste sentido, o estudante precisa recorrer a múltiplas áreas de conhecimento e interesses, e nesse movimento as crianças desenvolvem novas técnicas e resoluções para diferentes problemas.

Paixão: o estudante precisa ter espaço para trabalhar com seus próprios interesses, ao se dedicarem em tarefas que lhe chamam a atenção, dedicam-se mais, aprimorando suas habilidades e por vezes descobrindo novas paixões.

Pares: a troca de saberes é um momento que contribui muito no processo de construção do conhecimento, é a partir dessas experiências que o estudante compartilha seu trabalho, recebe e aplica feedbacks e colabora para o todo.

Pensar brincando: a partir de um ambiente favorável, os estudantes conseguem explorar e apreender por meio de descobertas, esse processo quando realizado a partir de brincadeiras e interações, torna-se muita mais significativo e divertido.

 Todo esse processo, acontece conforme o espiral da Aprendizagem Criativa, que consiste nos momentos de imaginar, criar, brincar, compartilhar, refletir, imaginar de novo e assim sucessivamente:

 

Toda a metodologia é pautada na liberdade e autonomia do estudante, desta forma, a abordagem de aprendizagem criativa, acontece quando a criança participa de forma ativa na construção do seu conhecimento.  Esse protagonismo do estudante, faz com que ele aprenda a lidar com as emoções, execute tarefas com mais confiança e compreenda suas habilidades.

COMO APLICAMOS APRENDIZAGEM CRIATIVA UTILIZANDO A MESINHA DIGITAL? 

A partir da perspectiva da aprendizagem criativa, toda a comunidade escolar precisa ressignificar os ambientes, as relações e os procedimentos pedagógicos. Entendendo que, o mundo digital faz parte do cotidiano da criança, é necessário utilizar a tecnologia educacional como ferramenta de apoio no processo de construção do conhecimento.

A Mesinha Digital propicia aos estudantes experiências de aprendizagem significativas, incentiva a participação e motiva o desenvolvimento da criatividade. As atividades instaladas oportunizam a criação, o teste, o erro e a construção do conhecimento.

Com isso, o espiral da Aprendizagem Criativa (imagine, crie, brinque, compartilhe, reflita e volte imaginar) torna-se um movimento presente durante as aulas. Neste sentido, a partir da Mesinha Digital, o caminho de descobertas é mais acolhedor e contagiante, pois o ambiente está animado, atrativo e produtivo ao mesmo tempo.

As atividades propostas na Mesinha Digital incentivam a resolução de problemas, o senso colaborativo e o pensar brincando (experimentação lúdica), bem como permite que a criança desenvolva habilidades socioemocionais e suas relações interpessoais.

Texto por Beatriz Motta Lopes

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QUAL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO DIGITAL?

QUAL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO DIGITAL?

EDUCAÇÃO DIGITAL

A Educação Digital é um recurso que inclui no processo de ensino-aprendizagem o uso de ferramentas tecnológicas como agentes que contribuem e complementam as práticas pedagógicas.

É muito importante ressaltar que a Educação Digital, não se resume apenas ao uso de smartphones ou notebooks, é necessário que haja intervenção pedagógica, planejamento e definição de objetivos educacionais. Os professores (as) precisam articular a ferramenta tecnológica com os métodos de ensino, para tornar o processo de construção de conhecimento uma ação significativa e que realmente promova o protagonismo do estudante.

Sendo assim, considerando que nossos estudantes são nativos digitais e que o dinamismo do processo de ensino-aprendizagem deve ser contextualizado, a Educação Digital torna-se aliada do professor(a) e permite que a partir desses recursos tecnológicos, seja possível aplicar diferentes metodologias, propiciando momentos de gamificação, sala de aula invertida, aprendizagem por projetos, criação de blogs coletivos, entre outros.

Outro ponto importante e que merece destaque, é o uso da Educação a inclusão dos alunos que tem dificuldades de aprendizagem, e/ou apresentam alguma necessidade especial. O professor(a) consegue planejar aulas que sejam mais motivadoras, tenham diferentes recursos e estímulos, ao mesmo tempo que exigem diferentes habilidades para resolução. Neste sentido, podemos afirmar que a Educação Digital, também é um agente impulsionador nas práticas de Educação Especial.

Além disso, a partir dos recursos tecnológicos é possível estabelecer parâmetros para realizar avalições diagnósticas, somativas e qualitativas. A Educação Digital pode participar de todo o processo de construção do conhecimento, vezes em momentos mais introdutórios, assim como, em momentos de aprofundamento de conceitos mais complexos.

QUAIS OS BENEFÍCIOS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM?

Ao utilizar da Educação Digital, as aulas tornam-se mais inovadoras, motivadoras e significativas, esse movimento contribui para diminuição da evasão escolar, desperta o interesse dos alunos(as), aumenta a produtividade, amplia a sala de aula para fora do ambiente escolar e aprimora a qualidade da educação.

Para mais, a partir da mediação do(a) professor(a) é crucial que os momentos de aprendizagem, também, desenvolvam e estimulem o pensamento crítico, uso consciente de recursos tecnológicos, raciocínio lógico, capacidade de resolver problemas e autonomia.

A MESINHA DIGITAL NO CONTEXTO DE EDUCAÇÃO DIGITAL

A Mesinha Digital Quinyx é uma ferramenta que auxilia no processo de desenvolvimento do estudante, propiciando reflexões de forma contextualizada e engajadora. Todas as atividades estão alinhadas com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e visam contemplar o desenvolvimento integral do aluno.

Nossos manuais pedagógicos apresentam como promover a Educação Digital, a partir dos nossos aplicativos e atividades, pautando-se nos campos de experiências e objetivos gerais mencionados na BNCC.  Além do mais, todo o processo de aprendizagem é traçado em informação relevante, útil e transformadora.

Ainda assim, objetivando auxiliar os alunos com dificuldades de aprendizagem, a Mesinha Digital Quinyx tem atividades baseadas em Educação Digital, que podem ser trabalhadas com AH/SD – Pessoa com altas habilidades/superdotação; TDAH – Pessoa com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade; TEA – Pessoa com Transtorno de Espectro Autista, promovendo uma educação inclusiva e de qualidade.

Texto por Beatriz Motta Lopes

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A IMPORTÂNCIA DE ALFABETIZAR LETRANDO

A IMPORTÂNCIA DE ALFABETIZAR LETRANDO

O que é alfabetização?

A Alfabetização é um processo de aprendizado da leitura e da escrita, ou seja, o estudante precisa saber codificar e decodificar uma língua ou uma mensagem. Neste sentido, considera-se alfabetizado, o sujeito que sabe ler e escrever. Segundo Soares (2006, p.15): “Alfabetizar significa adquirir a habilidade de decodificar a língua oral em língua escrita […]. A alfabetização seria um processo de representação de fonemas em grafemas (escrever) e de grafemas em fonemas”.

Entretanto, o grande desafio dos professores(as) além de alfabetizar, é realizar procedimentos que garantam que esse estudante também seja letrado, pois o conceito de letramento abrange questões de visão de mundo, compreensão, reflexão e interpretação de textos.

O que é letramento?

O aluno além de saber codificar e decodificar, necessita aprender como interpretar questões sociais, organizar discursos e aplicar a leitura e escrita em diferentes contextos.  Essa “leitura de mundo”, se dá a partir de atividades que estimulam o pensamento crítico e reflexivo contextualizado, ou seja, a partir de propostas de letramento.  Ainda neste sentido, segundo Soares (2006 p. 20): “o letramento é muito mais amplo do que a alfabetização […] condição de interação com diferentes gêneros e tipos de leitura e escrita, com diferentes funções envolvendo tais práticas”. Portanto, identificamos que, letramento e alfabetização, são simultâneos e complementares.

É fundamental que o processo de alfabetização seja vinculado ao processo de letramento, pois são práticas pedagógicas que devem caminhar associadas, e de forma complementar. Para tanto, é crucial que o planejamento pedagógico seja articulado para promover o alfabetizar letrando.  Para Soares (2006) apesar de a alfabetização e letramento serem duas ações diferentes, não devem acontecer de forma separada, pois os indivíduos precisam se tornar simultaneamente alfabetizados e letrados.

O que diz a Base Nacional Comum Curricular (BNCC)?

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) indica que o processo de letramento deve acontecer desde a Educação Infantil, é imprescindível que o estudante sempre receba estímulos para pensar o sistema de escrita alfabética para além do uso. Ou seja, é necessário alfabetizar letrando, considerando o ensino da leitura e da escrita no contexto das práticas sociais.

Dessa maneira, é possível inferir que o estudante alfabetizado e letrado é capaz de atuar no mundo de forma mais autônoma, consciente e efetiva. Consegue compreender melhor o contexto em que está inserido e usufruir da leitura e escrita de forma significativa.

Como a Mesinha Digital Quinyx ajuda no processo de alfabetização e letramento?

A Mesinha Digital Quinyx é um recurso pedagógico que apoia o professor no desenvolvimento de ações que visam a alfabetização e letramento, as atividades propostas na Mesinha Digital estão alinhadas com a BNCC e promovem momentos de reflexão e leitura de mundo. De forma lúdica, o estudante é estimulado a conhecer a relação fonema-grafema, soletração, divisão silábica, , letras maiúsculas e minúsculas, assim como, é convidado a interpretar e refletir sobre o uso prático da leitura e escrita em sociedade.

Considerando o atual cenário e o contexto de inserção dos alunos(as) e professores(as), é notório que as práticas pedagógicas precisam estar alinhadas com tais realidades. As Tecnologias Educacionais, como por exemplo, a Mesinha Digital Quinyx, auxiliam no processo de desenrolamento dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento presentes na BNCC, pois são materiais que motivam o estudante e propiciam autonomia, criatividade e senso crítico.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.

KRAMER, Sonia. Alfabetização: “Dilemas da Prática”. In: KRAMER, Sonia et al (org). Rio de Janeiro: Ltda., 1986.

SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2006

Texto por Beatriz Motta Lopes

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