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A aprendizagem é um processo complexo, pelo qual são adquiridos ou modificados os conhecimentos e habilidades, resultantes de pensamento, experiência e estudos. O ato de aprender é contínuo e advém da interação entre estruturas neuropsicológicas e o ambiente em que o indivíduo está inserido. Quanto às estruturas mentais, a comunidade científica tem apontado a integração das funções cognitivas, conativas e executivas como o tripé fundamental nos processos de aprendizagem (FONSECA, 2014). Mas o que são cada uma dessas funções e como elas atuam? Continue lendo este artigo para aprender tudo sobre esse assunto!

FUNÇÕES COGNITIVAS

Chamamos de cognição a capacidade de receber uma informação, processá-la e transformá-la em conhecimento. Falando assim, parece um processo simples. Mas, tanto a recepção, quanto o processamento e armazenamento da informação englobam vários aspectos, que serão listados a seguir:

1. Funções de Recepção

Referem-se à apreensão dos dados, sendo necessário, para isso, o uso da atenção, da percepção, da filtragem dos dados e da fixação.

2. Funções de Integração

Este é o momento em que o cérebro faz a seleção dos dados importantes e exclusão dos dados irrelevantes, como em um processo de limpeza. Há também a realização de comparações, memorização, manipulação de informações e integração de ideias.

3. Funções de Expressão

Aqui já houve o tratamento cognitivo da informação e o indivíduo dará a resposta por meio de pensamento ou comunicação verbal e não verbal.

Basicamente, as funções cognitivas tratam da entrada (input), tratamento e saída (output) da informação em forma de conhecimento. Nesse processo, o papel dos ambientes em que a criança está inserida é fundamental para fornecer informações de qualidade, tanto na escola, quanto na família e nos demais espaços.
É claro que esse processo não é perfeitamente linear, como em um computador. Há interferência de outros fatores, e é aí que as funções conativas entram.

FUNÇÕES CONATIVAS

A Psicologia define a Conação como o impulso para a ação. Assim, as funções conativas se referem à motivação, às emoções, à personalidade e à disposição do indivíduo para realizar algo. As funções conativas têm uma grande influência nas funções cognitivas, que por sua vez influenciam diretamente o processo de aprendizagem. O nível de motivação do indivíduo tem uma relação direta e é uma condição importante para a aquisição de conhecimentos, seja essa motivação interna ou externa.
Assim, no que se refere à aprendizagem, a escola tem um importante papel não somente de fornecer informações para que o aluno adquira conhecimento, mas também de inserir elementos para elevar a motivação do aluno, como histórias, jogos, atividades interativas e brincadeiras pelas quais os alunos tenham interesse.

FUNÇÕES EXECUTIVAS

As funções executivas são um conjunto de habilidades responsáveis pelo controlar e adaptar outros processos comportamentais que incluem cognição e emoção. Elas são solicitadas sempre que iniciamos uma tarefa ou nos colocamos em uma situação nova, para a qual ainda não possuímos formas de ação prévias. Também usamos as funções executivas para a resolução de problemas e para o estabelecimento de objetivos.

A literatura aponta que as funções executivas se constituem em três habilidades principais, das quais falaremos melhor na sequência: inibição, memória de trabalho e flexibilidade cognitiva (DIAS; SEABRA, 2013).

1. Inibição
Também conhecida como controle inibitório ou autocontrole, essa habilidade diz respeito ao controle de comportamentos inadequados ou impulsivos. Refere-se, também, à inibição de estímulos irrelevantes ou distratores e respostas impensadas.

2. Memória de Trabalho
A memória de trabalho diz respeito às informações que ficam armazenadas durante certo tempo para dar sequência a uma atividade ou pensamento. Essa memória propicia o encadeamento de informações para dar andamento a uma tarefa.

3. Flexibilidade Cognitiva
Essa habilidade permite ao indivíduo se adaptar às mudanças do ambiente e a novas regras. Além disso, por meio da flexibilidade cognitiva é que somos capazes de usar a criatividade para resolver problemas.

Integração das Funções

É evidente que, em nossas atividades diárias, essas funções se sobrepõem e acabam se tornando indissociáveis. No processo de aprendizagem, perceba como as funções interagem reciprocamente: temos as funções cognitivas, que cuidam do processamento da informação, as funções conativas, que trazem a motivação para a ação, e as funções executivas, que viabilizam a execução da tarefa por meio de habilidades. Tudo isso, de modo integrado, possibilita o aprendizado e desenvolvimento da criança em diversos aspectos.

Como desenvolver as funções mentais nas crianças?

A variedade e qualidade dos estímulos e interações sociais em que a criança é inserida desde a primeira infância serão determinantes para o seu desenvolvimento integral. A família e a escola, por consequência, têm papel fundamental no oferecimento de experiências saudáveis para a criança. E, em tempos em que os recursos digitais se tornaram peças fundamentais em nossas vidas, o uso da tecnologia, de forma selecionada e supervisionada pelos adultos, pode ser de grande auxílio para facilitar o aprendizado e favorecer o desenvolvimento das funções mentais nas crianças.
Recursos como jogos e atividades lúdicas no contexto educativo representam uma alternativa de ensino-aprendizagem que envolve a ideia de aprender brincando, do despertar de interesses e, ainda, contribui para o desenvolvimento cognitivo, motor, afetivo e social dos alunos de um modo significativo. Além disso, a utilização de jogos para o estudo dos variados conceitos facilita a compreensão, pois os conteúdos trabalhados de forma lúdica tendem a ser mais atrativos para as crianças. As vivências lúdicas trabalham ao mesmo tempo a motricidade, a atenção, a memória, o raciocínio, a criatividade, a organização espacial e a coordenação motora.

A Mesinha Digital Quinyx

Com jogos e atividades que favorecem o desenvolvimento das funções cognitivas, conativas e executivas, a Mesinha Digital é uma excelente ferramenta pedagógica facilitadora do aprendizado. De modo recreativo, a criança é estimulada por um universo de cores, sons e personagens que fornecem ferramentas para desenvolvimento em diversos aspectos.

Veja a seguir quais são os benefícios da Mesinha Digital para o desenvolvimento infantil:

1. Motivação
A Mesinha Digital traz atividades interativas com sons, cores, movimentos e desafios que despertam o interesse da criança para atingir o objetivo da atividade. Dessa forma, ela fica mais motivada para o aprendizado, que se torna muito mais leve e divertido com as mais de 300 atividades disponíveis.

2. Resolução de Problemas
Com desafios que motivam a criança, a Mesinha Digital possui diversas opções de jogos em que é preciso criar estratégias para resolver os problemas apresentados. Dessa forma, a criança precisará pensar e traçar um planejamento, mesmo que simples, para resolver a situação. Isso favorece o desenvolvimento da habilidade de pensar em soluções reais para problemas do cotidiano.

3. Atenção e Memória
Dentre suas mais de 300 atividades, a Mesinha Digital tem jogos para trabalhar a memória visual e a auditiva, além de ter diversas atividades em que o requisito fundamental para atingir o objetivo é a atenção e a concentração.

4. Coordenação Motora
Com atividades em que o objetivo é percorrer um caminho, desenhar ou colorir, a Mesinha Digital também contribui para desenvolver a coordenação motora das crianças. Sua tecnologia permite que a tela aceite toque por diferentes objetos além dos dedos, como feltro, plástico, apoio de mão, próteses, lápis mais grossos, pontas arredondadas e finas. Assim, permite o acesso de crianças com deficiência ou dificuldades para segurar e manusear determinados objetos.

5. Socialização
Por ser multitoque, a Mesinha Digital permite que mais de uma criança jogue ao mesmo tempo, promovendo a socialização e o aprendizado em equipe. Com atividades que estimulam o trabalho em grupo, as crianças desenvolvem o senso de sociedade, debatendo e escolhendo juntos o melhor caminho para finalizar o jogo ou a atividade em questão. A criança, então, encontra-se em uma troca de experiencias e avaliações, ouvindo e respeitando decisões alheias e escolhas que ajudarão em seu relacionamento e a promover seu lugar no mundo.

6. Input de informações
Além de todos os aspectos já mencionados, a Mesinha Digital também tem jogos e atividades que trabalham raciocínio lógico, matemática, língua portuguesa, língua inglesa, ciências, história, geografia, cidadania, entre outros conteúdos. Isso faz com que seja possível absorver informações de diferentes áreas do conhecimento de acordo com o nível de desenvolvimento ou ano em que a criança está na escola de forma divertida e efetiva.

Gostou desse artigo sobre as funções mentais e as formas como a Mesinha Digital pode ajudar a desenvolvê-las? Deixe seu comentário nos contando o que você achou!
E se você quiser saber mais sobre essa tecnologia que auxilia a criança no desenvolvimento das funções mentais, entre em contato com nossa equipe!

REFERÊNCIAS

DIAS, N. M.; SEABRA, A. G. Funções executivas: desenvolvimento e intervenção. Temas sobre Desenvolvimento, São Paulo, v. 19, n. 107, p. 206-212, 2013.
FONSECA, V. da. Papel das funções cognitivas, conativas e executivas na aprendizagem: uma abordagem neuropsicopedagógica. Rev. Psicopedagogia, São Paulo, v. 31, n. 96, p. 236-253, 2014.