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A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2008) define a educação especial como uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis e etapas da educação. Além disso, oferece o atendimento educacional especializado (AEE) e orienta sua aplicação em turmas de ensino regular.

Essa Política evidencia o papel da escola na superação da ideia de separação dos alunos com deficiência e construção de um modelo que permita o acesso desses alunos na educação regular. Dessa forma, a Política determina que as instituições de ensino criem condições para atender todos os alunos, sem classificação, promovendo a acessibilidade universal.

Nesse contexto, insere-se o termo “inclusão” na área educacional. Mas, o que significa essa inclusão? Para garantir uma verdadeira inclusão na escola não basta apenas inserir crianças com deficiência na educação regular. Falar sobre inclusão significa dar condições para que todos os alunos acompanhem e se beneficiem do processo de ensino-aprendizagem de forma igualitária. Para isso, é necessário adequar atividades, avaliações e métodos de ensino para que a criança com deficiência possa acompanhar os conteúdos sem prejuízos de aprendizado.

Sabemos que essa não é uma tarefa fácil, visto que nem sempre a instituição tem experiência ou os professores não receberam a qualificação necessária para entender cada aluno e fazer as adequações. Porém, as escolas podem contar com o auxílio da tecnologia como recurso facilitador dos processos educacionais.

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS

Todos os recursos e serviços tecnológicos utilizados para melhorar ou ampliar as habilidades de pessoas com deficiência, promovendo autonomia e inclusão, são chamados de Tecnologias Assistivas. Essas tecnologias vão desde os recursos mais simples de acessibilidade, como rampas de acesso para cadeirantes, até os mais avançados, como aplicativos e softwares com diversas funções de auxílio. As tecnologias assistivas são fundamentais para promover a inclusão, pois permitem oferecer soluções individualizadas de acordo com as necessidades da pessoa atendida. Na área da educação, os recursos de tecnologia assistiva podem tanto auxiliar em sala de aula quanto durante o atendimento educacional especializado (AEE).

A Mesinha Digital Quinyx é uma tecnologia assistiva que possui atividades que promovem o desenvolvimento de diferentes aspectos cognitivos, como atenção, memória, coordenação motora, raciocínio e percepção visual. Além disso, o universo de cores, personagens, sons e movimentos da Mesinha Digital despertam o interesse e motivam o aluno para o aprender, tornando esse processo muito mais fácil e prazeroso.

Com opções variadas de atividades em temas específicos, o equipamento oferece uma gama de possibilidades para atender diversas formas de aprendizado, abrangendo atividades com legenda e narração. Essa diversidade de opções em uma mesma atividade também se configura como tecnologia assistiva para promover a inclusão, uma vez que esses recursos oferecem mais de uma opção de entendimento da atividade proposta.

MESINHA DIGITAL E ACESSIBILIDADE

A Mesinha Digital se adapta às necessidades de pessoas com deficiência, pois dispõe de tecnologia Touchless, que permite que qualquer objeto sensibilize a tela. Dessa forma, é possível desenvolver as atividades utilizando não apenas as pontas dos dedos, mas próteses, pincéis, canetas com ponta de feltro e outros objetos. Pensando em usuários de cadeira de rodas, há o suporte para fixar a Mesinha Digital em parede, proporcionando total acesso à tela Touchscreen. A Mesinha Digital dispõe também de entradas para uso de fone de ouvidos, microfones, mouse e teclado comum ou em Braille, que devem ser usados com o monitoramento do professor.

Com suas mais de 300 atividades, a Mesinha Digital possui recursos de sobra para trabalhar aspectos cognitivos, afetivos e relacionais, de acordo com a necessidade de cada criança. Por ter um sistema aberto, permite a instalação de outros aplicativos, caso sejam condizentes com o conteúdo que se quer trabalhar ou aspecto cognitivo que se quer desenvolver. Também pensando na adequação a outros cenários, é possível a configuração em outros sistemas operacionais, como Linux e Windows.

O equipamento é acompanhado de manuais pedagógicos, que auxiliam o professor no desenvolvimento das atividades. Há um manual pensado para a educação especial, onde há orientações específicas em cada atividade para alunos com deficiência. Esse documento auxilia as instituições de ensino a pensarem estratégias educacionais que adotem essa tecnologia como facilitadora do desenvolvimento de aspectos funcionais e cognitivos. Também é disponibilizado o manual para educação regular, que relaciona as atividades aos objetivos de desenvolvimento e habilidades, conforme as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular – BNCC.

A Mesinha Digital é uma excelente ferramenta pedagógica para auxiliar alunos a atingirem os objetivos de aprendizagem de forma divertida. Mas, lembre-se: a tecnologia por si só, sem o monitoramento do professor ou terapeuta, pode não ter os efeitos desejados. Para extrair o melhor da Mesinha Digital, é preciso que os jogos estejam contextualizados e inseridos em um plano de aula ou plano terapêutico.

Gostou do nosso artigo sobre o uso da tecnologia na educação especial? Para aprender mais sobre essa tecnologia fantástica, fique ligado nos próximos temas do nosso blog! Com a Mesinha Digital, as crianças vão aprender brincando!


REFERÊNCIA
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008.